Produção científica em fisioterapia na base de dados LILACS (2000 a 2005)
A despeito dos avanços realizados em termos de Pós-Graduação e de revistas científicas da área - além dos recursos bibliométricos disponíveis - a Fisioterapia apresenta-se como um campo quase inexplorado no que se refere a sua produção e comunicação científica. Este trabalho se propôs a analisar a p...
| Author: | |
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| Format: | master thesis |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2008 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repository: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-31082015-115103 |
| Online Access: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27151/tde-31082015-115103/ |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Bibliometria Bibliometry Fisioterapia LILACS Physical Therapy Produção Científica Scientific Production |
| Summary: | A despeito dos avanços realizados em termos de Pós-Graduação e de revistas científicas da área - além dos recursos bibliométricos disponíveis - a Fisioterapia apresenta-se como um campo quase inexplorado no que se refere a sua produção e comunicação científica. Este trabalho se propôs a analisar a produção científica em Fisioterapia indexada na base de dados LILACS, no período de 2000 a 2005. Por meio da aplicação da estratégia de recuperação elaborada a partir dos descritores específicos de Fisioterapia do DeCS, verificouse inicialmente que, dos 439 artigos produzidos pelas revistas de Fisioterapia no período de 2000 a 2005, 259 (59%) não foram recuperados por meio desta estratégia - evidenciando insuficiência dos descritores quanto à cobertura e representação da área, bem como falhas no processo de indexação das revistas. De acordo com os dados obtidos, a produção científica em Fisioterapia não apenas cresceu com o passar dos anos, como também, tem se mostrado extremamente concentrada no Brasil (81,6%), e publicada sob a forma de artigo científico. Em contrapartida, observou-se progressiva diminuição quanto ao percentual de participação dos demais países da América Latina na produção, verificando-se que esta era gerada essencialmente por autores do mesmo país e instituição. Além disso, as instituições de afiliação dos autores mais colaborativas eram todas brasileiras e localizadas na região sudeste do país. Predominaram as publicações em Português e Espanhol, com tendência ao uso do primeiro idioma - o que se mostrou associado ao próprio crescimento da produção brasileira durante o período analisado. Com referência à colaboração realizada entre os autores, notou-se diminuição da produção em autoria única, com predomínio das publicações com 2 e 3 autores. Entretanto, a cooperação se deu entre autores do mesmo país e instituição, quase não havendo estudos com colaboração internacional. Os dados mostraram ainda grande utilização de descritores não específicos de Fisioterapia na representação da área - o que corrobora a necessidade de promover ajustes no seu vocabulário DeCS. Por meio da lei de Bradford, observou-se que o núcleo das revistas mais produtivas foi formado pela Fisioterapia em Movimento e pela Revista Brasileira de Fisioterapia, sendo esta última a que melhor representa a área em bases de dados. Como comentado, os estudos bibliométricos em Fisioterapia praticamente inexistem. Sugere-se, assim, a realização de outros estudos com o objetivo de investigar variáveis e indicadores como por exemplo, a análise de citações e o Fator de Impacto, o que vem a permitir também a visualização da rede de colaboração existente entre os autores, instituições e programas de Pós-Graduação na área da Fisioterapia. |
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