Potencial evocado auditivo de longa latência – P3 em crianças com e sem queixas de dificuldade de aprendizagem

Introdução: Crianças com queixas de dificuldades de aprendizagem podem apresentar alterações no funcionamento do sistema auditivo central. O Potencial Evocado Auditivo de Longa Latência - P3 é útil na avaliação funcional das estruturas auditivas centrais, podendo ser utilizado como método auxiliar n...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Souza, Juliana, Rocha, Vanessa Onzi, Berticelli, Amanda Zanatta, Didoné, Dayane Domeneghini, Sleifer, Pricila
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/163454
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/163454
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Potenciais evocados auditivos
Audiologia
Eletrofisiologia
Aprendizagem
Criança
Fonoaudiologia
Audiology
Evoked potentials
Auditory
Event-related potentials
P300
Electrophysiology
Child
Learning
Descripción
Sumario:Introdução: Crianças com queixas de dificuldades de aprendizagem podem apresentar alterações no funcionamento do sistema auditivo central. O Potencial Evocado Auditivo de Longa Latência - P3 é útil na avaliação funcional das estruturas auditivas centrais, podendo ser utilizado como método auxiliar na identificação precoce das dificuldades de aprendizagem. Objetivo: Analisar e comparar latências e amplitudes obtidas no P3 de crianças com e sem queixa de dificuldades de aprendizagem, com limiares auditivos normais. Métodos: A amostra foi composta por 30 crianças com queixa de dificuldades de aprendizagem (grupo estudo) e 14 crianças sem queixa (grupo controle), com idades entre 9 anos e 12 anos e 11 meses. Todas as crianças realizaram avaliação audiológica periférica e a pesquisa do P3. Resultados: Verificou-se que a média da latência do P3 do grupo estudo mostrouse significativamente mais elevada que no grupo controle. Quando comparados os valores de amplitude do P3, não houve diferença, embora a média do grupo estudo tenha se mostrado menor, quando comparada ao grupo controle. Observou-se que, entre idade e latência do P3, não foi detectada correlação significativa. Situação semelhante foi evidenciada na relação entre a idade e a amplitude, que, mesmo tendo sido negativa, não foi significante. Conclusão: O grupo de crianças com queixas de dificuldades de aprendizagem apresentou valores de latência do P3 maiores que as crianças do grupo sem queixas. Não foi evidenciada correlação nos valores de amplitude das ondas do P3 entre os grupos.