O papel do exercício físico na apoptose em modelo de isquemia cerebral experimental 

Introdução: O acidente vascular cerebral (AVC) é um grande problema de saúde pública, com altas taxas de mortalidade e altos níveis de incapacidade. Entre 1990 e 2010, o AVC aumentou da quinta para a terceira principal causa de incapacidade. Além disso, sua incidência tem aumentado entre pessoas mai...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Porsani, Lucas Barbosa
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-07092020-102709
Acesso em linha:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17137/tde-07092020-102709/
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Apoptose
Apoptosis
Cerebral ischemia
Exercício físico
Isquemia cerebral
microRNA
Physical exercise
Descrição
Resumo:Introdução: O acidente vascular cerebral (AVC) é um grande problema de saúde pública, com altas taxas de mortalidade e altos níveis de incapacidade. Entre 1990 e 2010, o AVC aumentou da quinta para a terceira principal causa de incapacidade. Além disso, sua incidência tem aumentado entre pessoas mais jovens, situação em que existem sequelas significativas na saúde e aumento nos custos sociais. Há evidências de que o exercício físico promove efeitos neuroprotetores quando utilizado como tratamento terapêutico em modelo de isquemia experimental. Entretanto, os mecanismos de neuroproteção ainda não estão bem elucidados Objetivo: O objetivo deste estudo foi avaliar por PCR em tempo real o perfil de expressão dos microRNAs miR-21, miR-16, miR-155 no sangue e no tecido (foco isquêmico) em ratos, após a realização dos treinamentos físicos pré-isquemia cerebral focal. Materiais e Métodos: Foram utilizados 48 ratos da linhagem Wistar divididos em quatro grupos experimentais: grupo controle, grupo isquemia, grupo exercício e grupo exercício + isquemia. A metodologia de PCR em tempo real foi utilizada para analisar a expressão dos miRNAs; miR16, miR-21, miR-155, CASPASE-3 e Bcl-2. Resultados e conclusões: Em nosso estudo não observamos diferenças estatísticas significativas na expressão dos miRNAs: miR-16, miR-21, miR-155 e dos genes BCL-2 e CASPASE-3 no tecido cerebral nos grupos submetidos à isquemia cerebral e ao exercício físico quando comparados ao grupo controle.