A proporção áurea como complemento na determinação da dimensão vertical

O objetivo deste estudo foi avaliar se as medidas faciais utilizadas em métodos tradicionais para determinação da Dimensão Vertical de Oclusão estão em Proporção Áurea (1: 1,618) e, por conseguinte, se podem ser utilizadas como método complementar para determinação desta dimensão. Foram selecionados...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Chaves, Letícia Virgínia de Freitas, Chaves, Vanessa Suzana de Freitas, Oliveira, Augusto Henrique Alves de, Miranda, Bruna Freire Salem de, Santos, Alex Jose Souza dos, Machado, Cláudia Tavares
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2013
Country:Brasil
Institution:Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
Repository:Repositório Institucional da UFRN
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:repositorio.ufrn.br:123456789/22983
Online Access:https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/22983
Access Level:Open access
Keyword:Dimensão vertical
Oclusão dentária
Prótese dentária
Description
Summary:O objetivo deste estudo foi avaliar se as medidas faciais utilizadas em métodos tradicionais para determinação da Dimensão Vertical de Oclusão estão em Proporção Áurea (1: 1,618) e, por conseguinte, se podem ser utilizadas como método complementar para determinação desta dimensão. Foram selecionados aleatoriamente pacientes entre 20 e 30 anos, da clínica de Odontologia da Universidade Estadual da Paraíba. A amostra foi composta por 30 indivíduos, sendo 15 do gênero masculino e 15 do gênero feminino. Através da análise de fotografias frontais destes indivíduos, e traçados que trespassam pontos cefalométricos, foi possível elucidar novas abordagens nos tratamentos de reabilitação oral. Em relação ao grau da DTM dos pacientes pesquisados, 63,3% (n = 19) apresentavam algum grau de DTM, sendo que 50% (n = 15) apresentavam DTM leve, 10% (n = 3) apresentavam DTM moderada e apenas 3,3% apresentavam DTM severa. O restante, 36,7% (n = 11), não apresentava sinais ou sintomas de disfunções de ATM. Podemos afirmar, através deste estudo, que em pacientes sem DTM tanto os métodos de mensuração facial como os métodos fisiológicos, como o de Litle modificado por Tamaki, são eficientes na determinação da Dimensão Vertical. Porém, em pacientes com disfunções, os métodos se mostraram imprecisos.