Reforma e educação sanitária na Penna de Belisário – primeira república do Brasil (1916-1925)

A Reforma Sanitária ocorrida nas primeiras décadas da República Brasileira constitui um tema bastante visitado por cientistas de diversas áreas nos últimos anos. Nesse espaço de discussão intelectual, tem se destacado as pesquisas realizadas pelos historiadores e por seus colegas das ciências sociai...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Freire, Leonardo Querino Barbosa, Oliveira, Iranilson Buriti de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Repositorio:Temporalidades
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:periodicos.ufmg.br:article/5432
Acceso en línea:https://periodicos.ufmg.br/index.php/temporalidades/article/view/5432
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Educação
Saúde
Belisário Penna.
Descripción
Sumario:A Reforma Sanitária ocorrida nas primeiras décadas da República Brasileira constitui um tema bastante visitado por cientistas de diversas áreas nos últimos anos. Nesse espaço de discussão intelectual, tem se destacado as pesquisas realizadas pelos historiadores e por seus colegas das ciências sociais. Nossa pesquisa se insere no debate mais amplo sobre a história dessa Reforma Sanitária. No entanto, privilegiamos o diálogo entre saúde e educação que esteve presente nos projetos de reforma sanitária e de construção da nação na “Infância” de nossa República. Para isso, analisamos as representações tecidas pelo médico mineiro Belisário Penna sobre a reforma sanitária, a nacionalização dos serviços de saúde pública, e a educação higiênica. O nosso estudo se aproxima da perspectiva da História Cultural, sobretudo no que diz respeito ao aporte teórico ofertado por autores como Roger Chartier de grande auxilio para a nossa análise das fontes e das experiências históricas nelas encenadas. Além disso, nos aproximamos do campo historiográfico que tem realizado pesquisas em história da saúde, da doença e das “artes de curar”, a partir de uma perspectiva sociocultural