Estetização do mundo da vida: ameaça ou redenção do processo formativo?
O artigo busca extrair alguns elementos ligados ao conceito marxista de reificação para viabilizar uma leitura dos processos de estetização do mundo da vida. É nesse sentido que a crítica de Lukács aos jornalistas chama a atenção, porque exemplifica o ponto de alcance atingido pela reificação na soc...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) |
| Repositorio: | Revista Animus (Santa Maria. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/90485 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufsm.br/animus/article/view/90485 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Estetização Reificação Hermenêutica |
| Sumario: | O artigo busca extrair alguns elementos ligados ao conceito marxista de reificação para viabilizar uma leitura dos processos de estetização do mundo da vida. É nesse sentido que a crítica de Lukács aos jornalistas chama a atenção, porque exemplifica o ponto de alcance atingido pela reificação na sociedade contemporânea: ela se apropria até das faculdades psíquicas e sensoriais do indivíduo. Com isso, o sujeito reificado passa a apreender o conhecimento de maneira neutra e objetivada (Honneth), com prejuízo da diferenciação (Adorno), ou tomando a imagem pelo objeto (Jameson). Cabe avaliar se a realização de uma leitura desses processos do ponto de vista dessa categoria é incompatível com a interpretação hermenêutica, ou, pelo contrário, elas podem se complementar. |
|---|