The moral imputability in Critique of Pure Reason
Este artigo analisa o tratamento dado por Kant na Primeira Crítica à imputabilidade moral, concentrando-se basicamente na III parte do capítulo II do livro segundo da Dialética Transcendental, denominado "Solução das idéias cosmológicas da totalidade da divisão dos eventos a partir das suas cau...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2000 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Cadernos de Filosofia Alemã (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/69478 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/filosofiaalema/article/view/69478 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Caráter inteligível Liberdade Responsabilidade Causalidade da razão Intelligible charater Freedom Responsability Causalidade of the reason |
| Sumario: | Este artigo analisa o tratamento dado por Kant na Primeira Crítica à imputabilidade moral, concentrando-se basicamente na III parte do capítulo II do livro segundo da Dialética Transcendental, denominado "Solução das idéias cosmológicas da totalidade da divisão dos eventos a partir das suas causas". Nesta parte da Crítica da Razão Pura, Kant apresenta, dentro de sua estratégia argumentativa que visa resolver o problema da terceira antinomia, a distinção entre o caráter empírico e caráter inteligível. A partir da dupla maneira de consideração do sujeito agente, procura-se entender a tese de Kant sobre a imputabilidade moral. É questionada a posição de Kant defendida em B 583 de que um juízo de imputação requer o desprezo pelas condições empíricas, sejam estas internas ou externas. |
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