Uma nota sobre a política de salário mínimo: O efeito concentrador na distribuição de renda para o período 2012-2018
O objetivo deste trabalho é mensurar o impacto do salário mínimo (SM) na distribuição de renda entre 2012 e 2018, seja ele positivo ou negativo, seguindo os passos adotados por Brito (2015) no capítulo III, onde a autora analisou o impacto do SM na distribuição de renda entre 1995 e 2011. Para tal a...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Fundação Getulio Vargas (FGV) |
| Repositorio: | Revista Brasileira de Economia (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.fgv.br:article/85673 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.fgv.br/rbe/article/view/85673 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | salário mínimo distribuição de renda desigualdade decomposição Oaxaca-Blinder Desigualdade Salário Mínimo |
| Sumario: | O objetivo deste trabalho é mensurar o impacto do salário mínimo (SM) na distribuição de renda entre 2012 e 2018, seja ele positivo ou negativo, seguindo os passos adotados por Brito (2015) no capítulo III, onde a autora analisou o impacto do SM na distribuição de renda entre 1995 e 2011. Para tal análise, realizamos o método de decomposição de Oaxaca-Blinder padrão (média) e o método proposto por FFL (2009), onde podemos utilizar a decomposição de Oaxaca-Blinder para outras estatísticas além da média (como índice de Gini, percentis e diferenças interquantílicas), com base nos microdados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios Contínua (PNAD Contínua) dos anos 2012, 2014, 2016 e 2018 realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o que nos permite analisar o impacto das diferentes faixas de salário mínimo em cada estatística de nosso interesse para os diferentes períodos. A decomposição feita por estas duas metodologias nos possibilita observar a desigualdade de renda causada pelas diferenças nas características dos dois grupos analisados, no nosso caso, pares de anos (2012-2018, por exemplo). Os resultados deste trabalho nos mostram que para o período completo, ou seja, entre 2012 e 2018, tanto o efeito direto do salário mínimo (captado pela faixa de 0,9 a 1,1 SM) quanto o efeito expandido (de 0,5 a 1,5 SM), que considera possíveis spillovers e efeitos de numerário, contribuíram para aumentar a desigualdade de renda no Brasil. |
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