Aspectos econômicos e emocionais na população brasileira no início da pandemia da COVID-19
A pandemia da COVID-19 trouxe inúmeras consequências biológicas, psicossociais, econômicas e políticas para a população mundial. Objetivo. Identificar aspectos socioeconômicos e repercussões emocionais relativos à pandemia da COVID-19 no Brasil. Método. Estudo trasnversal, no qual participaram 2.702...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de Fortaleza (UNIFOR) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UNIFOR |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai::128193 |
| Acceso en línea: | https://biblioteca.sophia.com.br/terminalri/9575/acervo/detalhe/128193 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Covid-19 (Pandemia) - Aspectos econômicos Covid-19 (Pandemia) - Aspectos sociais Epidemiologia |
| Sumario: | A pandemia da COVID-19 trouxe inúmeras consequências biológicas, psicossociais, econômicas e políticas para a população mundial. Objetivo. Identificar aspectos socioeconômicos e repercussões emocionais relativos à pandemia da COVID-19 no Brasil. Método. Estudo trasnversal, no qual participaram 2.702 pessoas com 18 anos e mais, residentes no Brasil. O Formulário Google® viabilizou um questionário on-line contendo perguntas abertas e fechadas sobre características sociodemográficas, econômicas, alterações emocionais e aspectos de saúde. Resultados. Na análise bivariada, foram observadas diferenças estatisticamente significantes entre aspectos sociodemográficos e econômicos e o fato de ter tido ou não COVID-19: pessoas de 18 a 59 anos (RP=1,90;p<0,001); das regiões Norte (RP=8,85) e Nordeste (RP=8,23) (p<0,001); casadas ou em união estável (RP=1,19; p=0,003); os que vivem com três a cinco pessoas na mesma residência (RP=1,71;p=0,003); com vinculo de carteira assinada (RP=1,53;p=0,012); que possuem plano de saúde (RP=1,22;p=0,014), que precisaram de algum outro tipo de apoio (RP=2,39;p<0,001) e não satisfeitos com estado de saúde atual (RP=1,18;p= 0,043). Pessoas insatisfeitas com sua saúde e as que apresentaram alterações emocionais mostraram maior probabilidade de precisarem de algum tipo de apoio (RP=1,74; p<0,001 e RP=2,39; p<0,001). Destacou-se apoio de familiares [536(70,2%)]. Conclusão. Os achados apontam que existem grupos mais vulneráveis à COVID-19, ao mesmo tempo em que a satisfação com a saúde e a necessidade de buscar algum tipo de suporte associam-se a maior risco de ter COVID-19. Palavras-chave: Pandemia. COVID-19. SARS-CoV-2. Aspectos Socioeconômicos. |
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