Adorno, Horkheimer e Huxley: leituras sobre nosso “Admirável Mundo Novo”
O presente trabalho analisa o romance Admirável Mundo Novoe o ensaio A Indústria Cultural: O Iluminismo como Mistificação das Massas enquanto formas específicas de leitura de mundo. Pretende-se apontar semelhanças entre os dois textos, das formas como autores da sociologia e da literatura apreendera...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado da Bahia (UNEB) |
| Repositorio: | Grau Zero |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revistas.uneb.br:article/2239 |
| Acceso en línea: | https://revistas.uneb.br/index.php/grauzero/article/view/2239 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Indústria Cultural Huxley Sociologia Literatura |
| Sumario: | O presente trabalho analisa o romance Admirável Mundo Novoe o ensaio A Indústria Cultural: O Iluminismo como Mistificação das Massas enquanto formas específicas de leitura de mundo. Pretende-se apontar semelhanças entre os dois textos, das formas como autores da sociologia e da literatura apreenderam o espírito da época, pois os trabalhos foram redigidos em meados do século XX, tendo seus autores presenciado as grandes guerras mundiais, a quebra da bolsa de valores, as ditaduras nacionalistas e a vitória do capitalismo no ocidente enquanto forma hegemônica de construção de valores e sujeitos. Tanto o romance quanto o ensaio apresentam uma sociedade controlada por um intrínseco sistema de dominação das subjetividades, voltada para o consumo e apatia política, visando à estabilidade e coesão social extrema, uma alternativa para a iminente destruição que apontava para o futuro da humanidade no século XX. |
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