A midiatização como processo de reconfiguração do imaginário

Neste artigo compartilhamos os avanços de pesquisa na qual observamos de que forma os processos que se estabelecem a partir da materialização do sentido em dispositivos de mídia (caso dos jornais, por exemplo) reconfiguram determinada classe de sentidos chamada de imaginário. Por imaginário entendem...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Düren, Ricardo Luís, Piccinin, Fabiana Quatrin
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade de Caxias do Sul (UCS)
Repositorio:Conexão: comunicação e cultura
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ucsnew.ojsbrasil.com.br:article/10088
Acceso en línea:https://sou.ucs.br/etc/revistas/index.php/conexao/article/view/10088
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Imaginário. Midiatização. Sentido. Caso Kliemann.
Descripción
Sumario:Neste artigo compartilhamos os avanços de pesquisa na qual observamos de que forma os processos que se estabelecem a partir da materialização do sentido em dispositivos de mídia (caso dos jornais, por exemplo) reconfiguram determinada classe de sentidos chamada de imaginário. Por imaginário entendemos, em consonância com Silva (2017) e na esteira das pesquisas do imaginário, como um excedente de significação – caso da comoção, do deslumbramento, do choque emocional – que se estabelece na subjetividade dos indivíduos diante de determinados eventos concretos (desde o resultado de uma partida de futebol até uma grande tragédia). Já no que toca à materialização dos sentidos, buscamos insumos na epistemologia da midiatização. O corpus de pesquisa é um conjunto de narrativas, em jornais, gravações em áudio e livro-reportagem, acerca dos eventos ocorridos nos anos 1960 no estado do Rio Grande do Sul (Brasil) que ficaram conhecidos como Caso Kliemann.