A face russa de Nabokóv: poética e tradução
Embora o nome Nabókov remeta tão-somente a escritor norte-americano, criador de Lolita, raro se lembra de sua origem russa. Nem os leitores, nem a crítica literária brasileira associam Nabókov à literatura russa, apesar de ter-se consagrado primeiramente como autor russo e por mais de 20 anos ter es...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-30042010-122536 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8155/tde-30042010-122536/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Autotradução Cultura russa Língua russa Literatura russa Russian culture Russian language Russian literature Self-translation Tradução Translation Vladimir Nabokov Vladímir Nabókov |
| Sumario: | Embora o nome Nabókov remeta tão-somente a escritor norte-americano, criador de Lolita, raro se lembra de sua origem russa. Nem os leitores, nem a crítica literária brasileira associam Nabókov à literatura russa, apesar de ter-se consagrado primeiramente como autor russo e por mais de 20 anos ter escrito nessa língua, com a qual ele se identifica tanto como escritor, tradutor e autotradutor, quanto como professor e teórico. A presente dissertação é o primeiro trabalho a trazer tradução direta do russo da coletânea de contos Primavera em Fialta (1956), obra-prima do momento russo de Nabókov, inédita no Brasil. Propõe-se a adentrar o arcabouço nabokoviano, delinear sua poética e traçado distintivo, ressaltando seus procedimentos estilísticos e lingüísticos. Finalmente, objetiva-se observar o processo tradutório de Nabókov, suscitando questões atreladas às mudanças de paisagem e língua literária e investigando a relação entre escritura, tradução e identidade cultural e artística. |
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