Engenharia do sistema de transporte de xilose em Saccharomyces cerevisiae por expressão heteróloga de transportadores de açúcar de Trichoderma reesei
Devido ao crescimento constante da demanda de energia e também ao forte apelo do uso de combustíveis menos danosos ao ambiente, a produção de etanol de segunda geração ganha destaque. Sendo a etapa de fermentação ainda um ponto com limitante para uma produção rentável de etanol 2G, onde a co-ferment...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-28012022-103840 |
| Acceso en línea: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17131/tde-28012022-103840/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Biocombustíveis Biofuels Saccharomyces cerevisiae Sugar transporters Transportadores de açúcar Trichoderma reesei Xilose Xylose |
| Sumario: | Devido ao crescimento constante da demanda de energia e também ao forte apelo do uso de combustíveis menos danosos ao ambiente, a produção de etanol de segunda geração ganha destaque. Sendo a etapa de fermentação ainda um ponto com limitante para uma produção rentável de etanol 2G, onde a co-fermentação de glicose e xilose é o principal objetivo. Nesse contexto, estudos com transportadores de açúcares têm sido realizados a fim de aumentar a eficiência da bioconversão de biomassa lignocelulósica a etanol, através do melhoramento do transporte de xilose. Portanto, o objetivo deste trabalho foi otimizar o consumo de xilose, através da construção de uma linhagem industrial de Saccharomyces cerevisiae melhorada geneticamente. O primeiro passo foi a inserção da via oxirredutora de metabolismo da xilose foi inserida na linhagem de S. cerevisiae (URAΔ352, TRP1Δ63). Após confirmada a construção da linhagem de S. cerevisiae capaz de metabolizar xilose, os transportadores de xilose de T. reesei codificados pelos genes Tr62380 e Tr82309 foram inseridos na levedura. Tr62380 melhorou significativamente o transporte de xilose quando comparada a levedura sem transportadores heterólogos. A expressão de Tr82309 nesse sistema ainda requer mais análises para conclusão a respeito da capacidade dessa proteína de transportar xilose. |
|---|