Etossulfato de fenazina na maturação in vitro de oócitos bovinos
O objetivo foi avaliar diferentes doses do etossulfato de fenazina (PES) durante a maturação in vitro de oócitos bovinos e suas consequências até o descongelamento nos embriões vitrificados. As concentrações 0; 0,16; 0,4 e 1,0 µM foram avaliadas sobre as taxas de produção de embriões, de eclosão e d...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Lavras (UFLA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFLA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufla.br:1/36833 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufla.br/handle/1/36833 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Zootecnia Phenazine ethosulfate (PES) Maturação in vitro Embriões bovinos Vitrificação Aquecimento Bovine embryos Vitrification Heating |
| Sumario: | O objetivo foi avaliar diferentes doses do etossulfato de fenazina (PES) durante a maturação in vitro de oócitos bovinos e suas consequências até o descongelamento nos embriões vitrificados. As concentrações 0; 0,16; 0,4 e 1,0 µM foram avaliadas sobre as taxas de produção de embriões, de eclosão e de expansão, conteúdo lipídico e características morfológicas. Oócitos de frigorífico (n=2.232) foram maturados durante 24 horas, parte foi submetido a análise de fluorescência, os demais foram cultivados até D7, destes os embriões grau I foram vitrificados, posteriormente aquecidos e cultivados por 48 horas. Um mínimo de 550 CCOs por tratamento foram maturados em 13 réplicas resultando em 400 embriões vitrificados. Os dados foram analisados pelo pacote estatístico SAS®. A taxa de embriões produzidos para o Controle (C=41,5 ± 1,8, n=237) foi maior (P <0,01) em relação ao PES0,16 (32,5 ±1,7, n=182) e PES1 (32,6 ±1,7, n=186), mas não diferiu do PES0,4 (35,6 ±1,7% n=210). Os grupos tratados não diferiram entre si. A taxa de eclosão (P =0,10) tendeu a ser maior para o PES1 (34,3 ±5,6, n=32) e o PES0,4 (32,4 ±5,6, n=38) em relação ao Controle (27,2 ± 5,7, n=13) e PES0,16 (22,4 ±5,8, n=17). A taxa de expansão ao fim de 48 horas de cultivo foi igual (P <0,05) para o Controle (27,1± 5,2, n=20), PES0,16 (24,3 ± 5,6, n=20) e PES1 (10,3 ± 2,0, n=12). Sendo que os grupos PES0,4 (17,7 ± 3,5, n=10) e PES1 não diferiram entre si. Maior proporção de oócitos do PES1 (P <0,01) atingiram estágios avançados de meiose (>90%) do que o Controle (50%). Não houve efeito de tratamento sobre a quantidade de células apoptóticas ou da MCI. No D9 houve aumento de células apoptóticas (P <0,01) e redução do número de células totais (P <0,01) e da MCI (P <0,01) nos blastocistos. A concentração de lipídios (triglicerídeos, fosfolipídios e colesterol) nos oócitos foi menor (P <0,01) nos grupos tratados em relação ao Controle. Os triglicerídeos do PES1 e PES0,4 não diferiram do Controle durante o cultivo; no PES0,16 foram maiores (P=0,01) do que o Controle. As concentrações de fosfolipídios e colesterol do PES0,4 e PES0,16 foram maiores (P <0,01) do que no Controle e PES1. Os blastocistos que sobreviveram e eclodiram após 48 horas do descongelamento foram 77% do PES0,4, 72% do PES1, contra 44% para o PES0,16 e 25% para o Controle indicando que houve efeito positivo do tratamento. A concentração de lipídeos foi diminuída pelo PES nos oócitos, mas aparentemente houve um efeito compensatório na fase de cultivo, portanto o PES usado somente durante a MIV pode levar a aumento de lipídeos nos embriões. |
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