Homens gays no Twitter: performanes de autoerotismo

O Twitter é um artefato cultural para além de breves postagens. Os poucos caracteres dão espaço para que seus usuários façam postagens informativas, mas também produzam narrativas e abordagens sexuais e pornográficas. Neste contexto, a partir dos aportes teóricos dos estudos culturais na educação e...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Desidério, Ricardo, Couto, Edvaldo Souza
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2022
País:Brasil
Recursos:Associação Brasileira de Pesquisa (Auto)Biográfica (BIOgraph)
Repositório:Revista Brasileira de Pesquisa (Auto)biográfica
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs.revistas.uneb.br:article/14882
Acesso em linha:https://www.revistas.uneb.br/index.php/rbpab/article/view/14882
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Tecnologia Educacional
Pedagogia do corpo
Pedagogia da sexualidade
Autoerotismo
Twitter
Descrição
Resumo:O Twitter é um artefato cultural para além de breves postagens. Os poucos caracteres dão espaço para que seus usuários façam postagens informativas, mas também produzam narrativas e abordagens sexuais e pornográficas. Neste contexto, a partir dos aportes teóricos dos estudos culturais na educação e dos estudos de redes sociais na educação, o artigo apresenta resultados de uma pesquisa cujo objetivo foi analisar como são construídas as performances de autoerotismo de um grupo de homens gays no Twitter, destacando discursos e pedagogias que educam o olhar por meio destas interações em rede. O método usado foi o qualitativo, de cunho descritivo e analítico, numa perspectiva dos estudos de redes sociais, numa abordagem da etnografia virtual. O método de análise foi a análise de conteúdo. Os resultados apontam que os perfis analisados promovem a exibição performática do autoerotismo, ressaltando sexualidades construídas em e para as telas. Tais performances são repletas de pedagogias que orientam modos de ser gay e a educação do olhar na era das conectividades.