ἬΕΙΔΕΝ Δ' ὩΣ: Uma cosmogonia órfica nas Argonáuticas?
Em artigo recente, Karanika (2011) avaliou a representação de Orfeu nas Argonáuticas, de Apolônio de Rodes, chegando a dois aspectos principais de sua atuação que se entrelaçam pelo critério da “ordem”: 1) colonizador e 2) líder religioso. Partindo dessa tipologia, pretendo focar-me no último ponto...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| Repositorio: | Phaos (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.iel.unicamp.br:article/5175 |
| Acesso em linha: | https://revistas.iel.unicamp.br/index.php/phaos/article/view/5175 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Orfeu. Argonáuticas. Apolônio de Rodes Linguística |
| Resumo: | Em artigo recente, Karanika (2011) avaliou a representação de Orfeu nas Argonáuticas, de Apolônio de Rodes, chegando a dois aspectos principais de sua atuação que se entrelaçam pelo critério da “ordem”: 1) colonizador e 2) líder religioso. Partindo dessa tipologia, pretendo focar-me no último ponto e analisar a breve cosmogonia narrada por Orfeu (vv. 494-515), comparando-a com outros textos para tentar determinar de que modo Apolônio se insere nessa tradição e se ele faz uso de elementos necessariamente órficos para a composição da passagem em questão. |
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