NO DIA MAIS CLARO, NA NOITE MAIS DENSA: mito e religião nos quadrinhos do Lanterna Verde
A experiência do sagrado se dá por meio de símbolos e o impacto deles na consciência, transformando a forma como o indivíduo percebe e atua sobre o mundo. O símbolo, quando se estrutura em modalidade narrativa, dá origem aos mitos. Os mitos cumprem importantes funções nas vivências subjetivas, sendo...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) |
| Repositorio: | Teoliterária |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/45251 |
| Acceso en línea: | https://revistas.pucsp.br/index.php/teoliteraria/article/view/45251 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Sagrado Quadrinhos Mito Símbolo Lanterna Verde. |
| Sumario: | A experiência do sagrado se dá por meio de símbolos e o impacto deles na consciência, transformando a forma como o indivíduo percebe e atua sobre o mundo. O símbolo, quando se estrutura em modalidade narrativa, dá origem aos mitos. Os mitos cumprem importantes funções nas vivências subjetivas, sendo a atribuição de sentido à existência humana a maior delas. O Lanterna Verde é membro de uma tropa, que lhe confia um anel de poder, ensinando-o a se utilizar de sua capacidade de imaginação e sua força de vontade, para lutar contra as ações das trevas. O anel é um tema recorrente na mitologia – como o Anel de Nibelungo e o anel de Giges em Platão – e na literatura e cultura pop, como a saga d’O Senhor dos Anéis. Remete diretamente ao simbolismo do círculo, que faz referência ao arquétipo do Self. Desta forma, o objeto de estudo deste artigo é, especificamente, o arco intitulado “Origem Secreta”, do mito do Lanterna Verde, que se insere na perspectiva dos Mitos de Anéis e ensina lições sobre poder, imaginação, criatividade, responsabilidade e superação do medo, através da repetição ritualística de uma espécie de “oração”, utilizada para “reenergizar” o anel, constituindo um discurso religioso. |
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