Interpretação da comunicação não verbal de um grupo de surdos

As pessoas surdas desenvolvem um sistema próprio de comunicação não oral. Podem se utilizar da Língua Brasileira de Sinais ou de gestos e expressões corporais que têm significados próprios para elas. Os profissionais de saúde, via de regra, não dominam esta comunicação, dificultando a interação com...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Nogueira, Rosiléa Alves, Caetano, Joselany Áfio, Pagliuca, Lorita Marlena Freitag
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2000
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Ceará (UFC)
Repositorio:Rev Rene (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:periodicos.ufc:article/5911
Acceso en línea:http://periodicos.ufc.br/rene/article/view/5911
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Comunicação
Surdez.
Descripción
Sumario:As pessoas surdas desenvolvem um sistema próprio de comunicação não oral. Podem se utilizar da Língua Brasileira de Sinais ou de gestos e expressões corporais que têm significados próprios para elas. Os profissionais de saúde, via de regra, não dominam esta comunicação, dificultando a interação com estas pessoas. Para alcançar tal propósito, filmaram um grupo por um período de 30 minutos, enquanto as pessoas estabeleciam interação. Em seguida, o conteúdo foi analisado sob a ótica de Bardin.Os elementos não verbais foram categorizados em duas temáticas: signos e comportamentos. Quanto aos signos observamos que a forma de afirmar ou negar são universais; existe exacerbação da expressão facial; gestos acompanhados de movimentos labiais e a impossibilidade do sigilo dos assuntos abordados. Já na temática comportamento percebeu-se que há uma participação de todos os componentes do grupo, porém a comunicação é diluída em subgrupos em alguns momentos da interação. A visão exerce o papel de estabelecimento do emissor-receptor da mensagem na interação e o toque dá ênfase na chamada da atenção do outro. Os resultados mostraram o grande potencial da comunicação não verbal e a necessidade do uso de outros veículos de comunicação, além da fala durante a interação com este grupo. DOI:https://doi.org/10.15253/2175-6783.2000000100007