A importância de não ser “pluricêntrico”: teoria e práxis da (desejada) internacionalização do português

Ao longo dos últimos anos, o conceito de Ao longo dos últimos anos, o conceito de pluricentrismo da língua portuguesa virou uma espécie de truísmo ou de verdade apodítica, isto é, algo que, aparentemente, de tão evidente, sequer precisa ser demonstrado. Observa-se, portanto, que o pluricentrismo do...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Borges de Albuquerque , Davi, Mulinacci, Roberto
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
Repositorio:Revista Letras Raras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.revistas.editora.ufcg.edu.br:article/2335
Acceso en línea:https://revistas.editora.ufcg.edu.br/index.php/RLR/article/view/2335
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Língua Portuguesa
Pluricentrismo
Internacionalização
Lusofonia.
Descripción
Sumario:Ao longo dos últimos anos, o conceito de Ao longo dos últimos anos, o conceito de pluricentrismo da língua portuguesa virou uma espécie de truísmo ou de verdade apodítica, isto é, algo que, aparentemente, de tão evidente, sequer precisa ser demonstrado. Observa-se, portanto, que o pluricentrismo do português acabou por ganhar contornos idealizantes e, às vezes, simplistas. Assim, neste trabalho refletimos sobre a própria pertinência teórica da noção de pluricentricidade aplicada ao português, a partir não só das concretas implicações  “ontológicas” e (geo)políticas do termo, como também do estágio atual das pesquisas, e das suas possíveis e desejáveis projeções didáticas e práticas. Assim, a metodologia utilizada aqui é qualitativa, principalmente a análise bibliográfica e observações. Como resultados, apontamos a importância do cuidado com modismos acadêmicos, a necessidade do desenvolvimento de certos aspectos no ensino de Português Língua Estrangeira (PLE) e o investimento em planejamento de corpus do português, pensando no perfil do aprendiz aloglota.