Barragán em três tempos

Este trabalho analisa a produção arquitetônica de Luis Barragán reconhecendo as três fases apresentadas pela historiografia mexicana (Aníbal Figueroa Castrejón, 1989; Enrique X. de Anda, 1992; e Louise Noelle, 1996). Busca olhar sobre o contexto de cada uma dessas fases para refletir sobre obras rep...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Canhadas, Marina Panzoldo
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-20092018-163151
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16138/tde-20092018-163151/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Arquitetura moderna
Imaginário
Imaginary
Landscape
Luis Barragán
Modern architecture
Paisagem
Descripción
Sumario:Este trabalho analisa a produção arquitetônica de Luis Barragán reconhecendo as três fases apresentadas pela historiografia mexicana (Aníbal Figueroa Castrejón, 1989; Enrique X. de Anda, 1992; e Louise Noelle, 1996). Busca olhar sobre o contexto de cada uma dessas fases para refletir sobre obras representativas de cada uma delas. Na primeira fase, estuda a Casa González Luna (1928-1929) em Guadalajara; na segunda fase, o Edifício Casa-Estúdio para 4 pintores (1939-1941) e na terceira, as obras Jardines del Pedregal (1945-1954), as construções em Tacubaya (1941-1948) - Casa Ortega, Casa Estúdio e Ateliê de Luis Barragán e a Capela e Ampliação do Convento de Tlalpan (1953-1960 e 1979-1980), na Cidade do México. A pesquisa propôs a construção do imaginário de Luis Barragán através das paisagens citadas por ele, dos autores que ele reconhece em sua interlocução, das viagens realizadas por ele e do discurso feito pelo arquiteto ao receber o prêmio Pritzker em 1980 como chave de leitura e compreensão da poética dos espaços projetados por Barragán.