IDENTIFICAÇÃO DO USO E FATORES ASSOCIADOS AO CONSUMO DE MEDICAMENTOS POTENCIALMENTE INAPROPRIADOS POR IDOSAS

Este estudo objetiva identificar os medicamentos potencialmente inapropriados e os fatores associados ao uso destes por idosas. Apresenta delineamento transversal, retrospectivo e analítico. A amostra foi constituída por mulheres, com idade igual ou superior a 60 anos, em uso de no mínimo um medicam...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Bandeira, Vanessa Adelina Casali, Gewehr, Daiana Meggiolaro, Colet, Christiane de Fátima, Oliveira, Karla Renata de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Estudos Interdisciplinares sobre o Envelhecimento
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:seer.ufrgs.br:article/64613
Acceso en línea:https://seer.ufrgs.br/index.php/RevEnvelhecer/article/view/64613
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Idoso. Uso de Medicamento. Prescrição Inapropriada.
Descripción
Sumario:Este estudo objetiva identificar os medicamentos potencialmente inapropriados e os fatores associados ao uso destes por idosas. Apresenta delineamento transversal, retrospectivo e analítico. A amostra foi constituída por mulheres, com idade igual ou superior a 60 anos, em uso de no mínimo um medicamento. Para a identificação dos medicamentos inapropriados foram empregados os critérios de Beers. Foram incluídas 79 idosas, com idade média de 63,44±2,39 anos, estas utilizam um total de 225 medicamentos, destes 72 (35,1%) foram classificados como medicamento potencialmente inapropriado, utilizados por 44 (55,7%) mulheres. As variáveis: estado civil, local de residência, presença de diabetes mellitus, doença cardiovascular, artrose, doença reumática e depressão apresentaram correlação ao uso de medicamentos inapropriados. Os inibidores da bomba de prótons, benzodiazepínicos e anti-inflamatórios não esteróides foram as classes de medicamentos inapropriados prevalentes. Esses dados reforçam a necessidade de trabalhar com os profissionais de saúde na divulgação e sensibilização destes quanto aos seus potenciais malefícios e necessidade de uso criterioso, a fim de se promover uma farmacoterapia segura e eficaz a população idosa.