Plantas alimentícias não convencionais no território zona Sul: identificação de espécies e usos de estruturas vegetativas.
Plantas alimentícias não convencionais, ou simplesmente PANCs, são plantas com valor nutricional, muitas delas com crescimento espontâneo e, muitas vezes, vistas por agricultores(as) e consumidores(as) como inço, ou como um problema, dependendo do local onde se desenvolvem. O termo se refere também...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | libro |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da EMBRAPA (Repository Open Access to Scientific Information from EMBRAPA - Alice) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.alice.cnptia.embrapa.br:doc/1174179 |
| Acceso en línea: | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1174179 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Plantas alimenticias Plantas não convencionais Nutrição Humana Alimento Alternativo Agricultura Alternativa Agricultura Familiar Culinária |
| Sumario: | Plantas alimentícias não convencionais, ou simplesmente PANCs, são plantas com valor nutricional, muitas delas com crescimento espontâneo e, muitas vezes, vistas por agricultores(as) e consumidores(as) como inço, ou como um problema, dependendo do local onde se desenvolvem. O termo se refere também a partes de plantas que são tradicionalmente usadas na alimentação, mas, que muitas vezes são desprezadas, como por exemplo as folhas da beterraba, as flores de abóbora ou o "coração" da bananeira. Esta publicação resume parte da caminhada do projeto “Pancpop – Popularizando o uso de Plantas Alimentícias Não Convencionais”, o qual tem por objetivo divulgar o uso de plantas que a maioria da população não conhece suas propriedades comestíveis. O projeto avança em seu objetivo, transformando problema em solução, em renda, em segurança alimentar, em orgulho em cultivar a terra com amor e dela colher o bem viver. Nesse processo existe um movimento contínuo capitaneado por professores(as), técnicos(as) e do campus da Universidade Federal de Rio Grande (Furg), em São Lourenço do Sul, apoiado por pesquisadores(as) da Embrapa Clima Temperado, focado principalmente, no apoio técnico a(os) agricultores(as) familiares e na conscientização de consumidores(as) locais. Portanto, convidamos a todas as pessoas que apreciem estes diferentes sabores que a natureza espontaneamente oferece, que visitem as feiras agroecológicas e se deliciem com as cores, aromas e sabores das plantas alimentícias não convencionais. |
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