Judaísmo na periferia: lazer e formas de sociabilidade
Um grupo de pessoas, pertencentes a congregações pentecostais e neopentecostais, passa a se identificar como descendente de cristãos-novos (judeus convertidos ao cristianismo, principalmente à força, durante a Inquisição) e cria a sinagoga Beith Israel, no bairro de São Mateus, periferia de São Paul...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Ponto Urbe |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/218165 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/pontourbe/article/view/218165 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | judaísmo religiosidade popular marranismo urbano periferia festividade antropologia antropologia urbana ciências sociais ponto urbe identidades |
| Sumario: | Um grupo de pessoas, pertencentes a congregações pentecostais e neopentecostais, passa a se identificar como descendente de cristãos-novos (judeus convertidos ao cristianismo, principalmente à força, durante a Inquisição) e cria a sinagoga Beith Israel, no bairro de São Mateus, periferia de São Paulo. Lá, conforme seus próprios esquemas de percepção, praticam o judaísmo ortodoxo. Mas, ao buscar o reconhecimento da comunidade judaica de São Paulo, são impedidos de retornar à religião. No presente artigo, busco analisar a interação entre os fiéis em seu pedaço e como a sociabilidade específica da periferia influencia a dinâmica da vida religiosa. Dessa forma, podemos observar a formação de um habitus judaico próprio, que resulta em uma vivência particular do judaísmo, diferente da encontrada no circuito Higienópolis-Bom Retiro, bairros que concentram a comunidade judaica considerada oficial. |
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