Hiatoplastia com utilização de prótese de polipropileno revestida pelo grande omento : estudo experimental em coelhos
É polêmica a utilização de próteses de qualquer natureza no hiato esofágico. Para estudar esse assunto realizamos este trabalho científico. Foram operados 24 coelhos da raça Nova Zelândia, machos, durante o período médio de 32,08 dias, que foram divididos em 2 grupos. No grupo 1 utilizou-se tela de...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2008 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-16122008-165330 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5132/tde-16122008-165330/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Coelhos Hérnia hiatal/cirurgia Hernia hiatal/surgery Omento/cirurgia Omentum/surgery Polipropilenos Polypropylenes Rabbits Surgical mesh Telas cirúrgicas |
| Sumario: | É polêmica a utilização de próteses de qualquer natureza no hiato esofágico. Para estudar esse assunto realizamos este trabalho científico. Foram operados 24 coelhos da raça Nova Zelândia, machos, durante o período médio de 32,08 dias, que foram divididos em 2 grupos. No grupo 1 utilizou-se tela de polipropileno fixada aos braços do pilar medial do diafragma, sem a aproximação destes, usando-se como método de barreira o Omento maior. No grupo 2 foi somente colocada a prótese fixada ao pilar diafragmático, obedecendo-se o princípio da livre tensão sem anteparo algum. Estudos macroscópicos e microscópicos com vários métodos de coloração e com microscopia eletrônica de transmissão e varredura avaliaram a superfície de integração da tela de polipropileno ao tecido conjuntivo da região do hiato esofágico. Houve envolvimento total da tela de polipropileno por tecido conjuntivo nos dois grupos e o tecido adiposo permaneceu viável como método de barreira, durante o período estudado. Não houve esgarçamento da sutura da tela nem lesões em órgãos vizinhos. As aderências foram todas de grau II nos animais do grupo I (experimento) e mais firmes, grau III no grupo 2 (controle) segundo classificação de Shimanuki. Concluimos que, no presente estudo a utilização da tela foi possível nos 2 grupos, com e sem omento. A presença do Omento maior envolvendo a tela não alterou os parâmetros estudados o que permite supor que a técnica proposta tem resolução biológica semelhante a da utilização de prótese sem barreira |
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