QUESTÃO DE MORADIA: OCUPAÇÕES COMO EXPERIÊNCIA AUTOGESTIONÁRIA
Neste artigo são discutidas as atuações dos movimentos sociais que lutam por moradia utilizando como ferramenta de luta as ocupações de edifícios abandonados pelos seus proprietários. Na primeira seção do artigo, são apresentados os movimentos sociais e acontecimentos históricos objetivando mostrar...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFSC |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufsc.br:123456789/181282 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/181282 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Ocupações Movimentos sociais Questão de moradia Autogestão |
| Sumario: | Neste artigo são discutidas as atuações dos movimentos sociais que lutam por moradia utilizando como ferramenta de luta as ocupações de edifícios abandonados pelos seus proprietários. Na primeira seção do artigo, são apresentados os movimentos sociais e acontecimentos históricos objetivando mostrar que a precariedade e a luta por melhores condições de moradia não são problemas unicamente contemporâneos, mas sim, já estavam na pauta dos movimentos operários do final do século XIX e início do século XX. Na segunda seção são discutidas as ocupações feitas pelo squatters, movimento que nasceu nos anos 60 na Europa. Por fim, na terceira seção são discutidos alguns aspectos das políticas habitacionais no Brasil e descritas duas ocupações nas cidades de São Paulo e três na cidade de Porto Alegre, feitas pelos movimentos de luta por moradia. |
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