ERNST BLOCH: CRÍTICA SALVADORA DA RELIGIÃO
“Apenas um ateu pode ser um bom cristão [...]”, declara o filósofo Ernst Bloch em seu livro Ateísmo no cristianismo. Como ele chega a uma tal tese? Que representação de messianismo marca a sua filosofia da esperança? O texto mostra como Bloch quer liberar as motivações rebeldes do religioso a fim de...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| Repositorio: | Revista Dialectus |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufc:article/70744 |
| Acceso en línea: | http://periodicos.ufc.br/dialectus/article/view/70744 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Religião escatologia messianismo esperança e utopia |
| Sumario: | “Apenas um ateu pode ser um bom cristão [...]”, declara o filósofo Ernst Bloch em seu livro Ateísmo no cristianismo. Como ele chega a uma tal tese? Que representação de messianismo marca a sua filosofia da esperança? O texto mostra como Bloch quer liberar as motivações rebeldes do religioso a fim de que possam ser explicitados os seus conteúdos de esperança. Também deixa claro por que o autor presume que o ateísmo já está ativo no próprio cristianismo. |
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