EVALUACIÓN DE SÍNTOMAS EN PACIENTES ONCOLÓGICOS INTERNADOS EN UNIDAD DE CUIDADOS PALIATIVOS EXCLUSIVOS

Objetivo: avaliar os sintomas em pacientes oncológicos internados em uma Unidade de Cuidados Paliativos exclusivos.Método: estudo quantitativo prospectivo de 30 pacientes oncológicos em fim de vida, internados em unidade especializada do Distrito Federal, Brasil. Coletaram-se dados entre novembro de...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Neves, Karen Evellin Souza, Muniz, Talita Silva, Reis, Karine Marques Costa dos
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Repositorio:Cogitare Enfermagem (Online)
Idioma:portugués
inglés
OAI Identifier:oai:revistas.ufpr.br:article/71660
Acceso en línea:https://revistas.ufpr.br/cogitare/article/view/71660
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Cuidados paliativos; oncologia; enfermagem
Sinais e Sintomas; Cuidados Paliativos; Oncologia; Dor; Enfermagem.
Signs and Symptoms; Palliative care; Oncology; Pain; Nursing.
Señales y Síntomas; Cuidados Paliativos; Oncología; Dolor; Enfermería.
Descripción
Sumario:Objetivo: avaliar os sintomas em pacientes oncológicos internados em uma Unidade de Cuidados Paliativos exclusivos.Método: estudo quantitativo prospectivo de 30 pacientes oncológicos em fim de vida, internados em unidade especializada do Distrito Federal, Brasil. Coletaram-se dados entre novembro de 2018 e maio de 2019, em dois momentos: na internação e após 72 horas. Utilizaram-se duas escalas validadas para avaliação dos sintomas e funcionalidade e o teste de Wilcoxon pareado para avaliação do escore nos dois momentos.Resultados: em 30 indivíduos, evidenciou-se piora da funcionalidade, porém não significativa (p=0,564). Quanto ao manejo dos sintomas, a mediana foi significativamente menor para dor (p=0,032) e maior para cansaço (p=0,020) e sonolência (p=0,012).Conclusão: o estudo sugere que os cuidados paliativos podem ter papel fundamental no manejo da dor em pacientes oncológicos, colaborando com a melhora da qualidade de vida, além de contribuir para a atuação do enfermeiro.