Bionanocompósitos quitosana/argila para liberação controlada de ibuprofeno.
O objetivo desta pesquisa foi preparar bionanocompósitos quitosana/argila (na forma de microesferas), pelo método de precipitação, para imobilização do fármaco ibuprofeno, visando o estudo da liberação controlada do mesmo, mediante ensaio in-vitro. Os efeitos dos parâmetros de processo e do teor de...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Católica de Brasília (UCB) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UCB |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:localhost:riufcg/15023 |
| Acceso en línea: | http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/15023 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Bionanocompósitos Bionanocomposites Quitosana Quitosano Chitosan Argila Clay Arcilla Ibuprofeno Ibuprofen Liberação Controlada Controlled Release Liberacion Controlada Engenharia de Materiais e Metalúrgica |
| Sumario: | O objetivo desta pesquisa foi preparar bionanocompósitos quitosana/argila (na forma de microesferas), pelo método de precipitação, para imobilização do fármaco ibuprofeno, visando o estudo da liberação controlada do mesmo, mediante ensaio in-vitro. Os efeitos dos parâmetros de processo e do teor de argila nas propriedades das microesferas foram avaliados. Os resultados de microscopia ótica (MO) e microscopia eletrônica de varredura (MEV) mostraram que o teor de argila (10 e 20 % em massa) teve pouca influência no tamanho e na distribuição de tamanho das microesferas. Por outro lado, a condição de preparação das microesferas (vazão de ar do sistema de arraste: 2,5 e 10 mL.min-1 ) teve uma influência mais efetiva. As microesferas preparadas com maior vazão de ar apresentaram menores diâmetros e formato ovalado. Com relação à rugosidade e o tamanho médio de poros, avaliados por MEV, foi observado comportamento semelhante para as duas vazões de ar e os dois teores de argila estudados. Entretanto, comparado às microesferas de quitosana, as de quitosana/argila apresentaram tamanho de poros consideravelmente menores. A incorporação do fármaco também contribuiu para a redução do tamanho dos poros das microesferas. Os dados de difratometria de raios X (DXR) sugerem que tanto o biopolímero quitosana quanto o fármaco ibuprofeno formam intercalados entre as camadas de argila, e que a quantidade de argila misturada à quitosana afetou a morfologia dos bionanocompósitos obtidos. Bionanocompósitos com morfologia intercalada foram obtidos quando preparados com 20% de argila e esfoliada quando preparados com 10% de argila. Por fim, os ensaios de liberação do fármaco em soluções tampão PBS com pH 7,2 realizados em espectrofotômetro UV-vis, mostraram que a quantidade de ibuprofeno liberada pelas microesferas foi afetada pelos parâmetros de processo e teor de argila. A maior velocidade de ar e o menor teor de argila resultaram na maior quantidade de fármaco liberada. Os materiais preparados foram baseados em mineral natural e biopolímero abundantes, de baixo custo e sintetizados com um equipamento desenvolvido em laboratório. |
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