Qualidade de vida de trabalhadores mototaxistas de Aparecida de Goiânia
Este trabalho tem por objetivo avaliar a qualidade de vida, bem como as relações dessa com o perfil socioeconômico e sociodemográfico e o tempo de serviço dos trabalhadores mototaxistas da cidade de Aparecida de Goiânia-GO. Para isso, foi realizado um estudo analítico do tipo transversal quantitativ...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_GOAIS (TEDE-PUC Goiás) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ambar:tede/3017 |
| Acceso en línea: | https://tede2.pucgoias.edu.br/handle/tede/3017 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Qualidade de vida Mototaxistas Whoqol-Bref SF-36 Quality of Life motorcycle taxi drivers CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE |
| Sumario: | Este trabalho tem por objetivo avaliar a qualidade de vida, bem como as relações dessa com o perfil socioeconômico e sociodemográfico e o tempo de serviço dos trabalhadores mototaxistas da cidade de Aparecida de Goiânia-GO. Para isso, foi realizado um estudo analítico do tipo transversal quantitativo com uma amostra de 133 mototaxistas do sexo masculino. Para verificar o perfil desses trabalhadores, foi aplicado um questionário sociodemográfico e o questionário socioeconômico, Critério de Classificação Econômica do Brasil (CCEB). Para avaliar a qualidade de vida desses mototaxistas, utilizaram-se dois instrumentos, o Whoqol-Bref e o SF-36. Quanto ao perfil sociodemográfico, verificou-se a predominância de trabalhadores, casados (53,4%), com até dois filhos (78,9%), faixa etária de 18 a 40 anos (56,4%), ensino fundamental (64,7%), entre um a cinco anos de exercício da profissão (57,9%), e pertencentes à classe econômica C (66,2%). Em relação à qualidade de vida, no Whoqol-Bref, o domínio meio ambiente (52,09) e relações sociais (68,23) foram os de menor escore e os melhores foram no domínio físico (74,89) e no psicológico (70,52). No SF-36, o domínio dor (49,59) é o que mais interfere negativamente na qualidade de vida desses profissionais e o domínio capacidade funcional (81,17) foi o que obteve o melhor escore. Na comparação entre os dados sociodemográficos e o tempo de serviço com a qualidade de vida do Whoqol-Bref, houve diferença significativa no domínio meio ambiente (p=0,029), indicando que o grupo com menor tempo de função teve pior qualidade de vida em relação ao grupo com maior tempo de serviço. No SF-36, houve uma diferença significativa nos domínios vitalidade (p=0,025) e saúde mental (p=0,005) em relação à variável estado civil , em que os participantes casados apresentaram melhor qualidade de vida nestes domínios. Houve uma diferença significativa também no domínio vitalidade (p=0,029) em relação à variável idade em anos , indicando que o grupo com idade até 40 anos teve pior qualidade de vida em relação ao grupo mais velho. Na comparação com a variável escolaridade , houve diferença significativa no domínio estado geral de saúde (p=0,047), em que aqueles com ensino fundamental apresentaram pior qualidade de vida aos que possuem ensino médio. Houve diferença significativa no domínio vitalidade (p=0,020) na comparação com a variável tempo de função , em que o grupo com menor tempo teve pior qualidade de vida em relação ao grupo mais antigo. Ao comparar o Whoqol-Bref com os dados socioeconômicos, para todas as classes econômicas, a maior pontuação foi no domínio físico e a menor foi no domínio meio ambiente . Na análise dos domínios do SF-36 em comparação com os dados socioeconômicos, houve diferença significativa no domínio dor (p=0,005) indicando os participantes das classes D e E com pior qualidade de vida em relação aos das classes B e C. Este estudo permitiu evidenciar a necessidade de implantar estratégias em prol da melhoria da qualidade de vida dessa classe de trabalhadores. |
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