Family and Fraternal Relationships: Conceptions of Mothers, Siblings and Adolescents with Autism

Este estudo, de caráter descritivo e exploratório, teve como objetivo analisar as concepções de mães, irmãos e adolescentes com autismo a respeito da família, da experiência materna e das relações fraternas. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com 12 mães (entre 33 e 50 anos), 15 irmãos co...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Lemos, Emellyne Lima de Medeiros Dias, Dantas, Germana Alves de Aguiar, Vasconcelos, Dalila Castelliano de, Agripino-Ramos, Cibele Shírley, Salomão, Nádia Maria Ribeiro
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Paidéia (Ribeirão Preto. Online)
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/237675
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/paideia/article/view/237675
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:autistim spectrum disorder
family relationships
siblings
motherhood
adolescents
adolescentes
trastorno del espectro autista
relaciones familiares
maternidad
hermanos
transtorno do espectro autista
relações familiares
maternidade
irmãos
Descripción
Sumario:Este estudo, de caráter descritivo e exploratório, teve como objetivo analisar as concepções de mães, irmãos e adolescentes com autismo a respeito da família, da experiência materna e das relações fraternas. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas com 12 mães (entre 33 e 50 anos), 15 irmãos com desenvolvimento típico (entre quatro e 16 anos) e dois adolescentes com autismo (com 11 e 13 anos). Os resultados foram analisados por meio da análise de conteúdo considerando os conceitos “processo”, “pessoa”, “contexto” e “tempo” do modelo bioecológico. Os participantes demonstraram semelhanças entre as concepções sobre família. As mães manifestaram necessidade de diferenciar a maternidade típica e a atípica. Os irmãos caracterizaram suas relações pela boa convivência, embora aqueles com autismo prefiram brincar sozinhos. Espera-se contribuir para a realização de intervenções e políticas públicas que considerem toda a família e não apenas a pessoa com autismo.