Duas concepções de enunciação
Greimas, ao elaborar a noção de percurso gerativo do sentido, para explicar as abstrações realizadas no ato de ler um texto, toma de Benveniste o conceito de enunciação como instância de mediação, mas reelabora-o. Uma instância é um conjunto de categorias que cria um domínio teórico e, por conseguin...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Estudos Semióticos |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/172329 |
| Acesso em linha: | https://revistas.usp.br/esse/article/view/172329 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Mediação Percurso gerativo Enunciação enunciada Práxis enunciativa Colocação em presença Predicação Mediation Generative trajectory of meaning Uttered enunciation Enunciative práxis Putting into presence Predication |
| Resumo: | Greimas, ao elaborar a noção de percurso gerativo do sentido, para explicar as abstrações realizadas no ato de ler um texto, toma de Benveniste o conceito de enunciação como instância de mediação, mas reelabora-o. Uma instância é um conjunto de categorias que cria um domínio teórico e, por conseguinte, um domínio de análise. Este trabalho tem o objetivo de expor as razões epistemológicas que levaram Greimas a dar à enunciação um determinado lugar no percurso gerativo e de mostrar o alcance do conceito greimasiano de enunciação, ou seja, as categorias e operações compreendidas por ele. Em seguida, apresenta as modificações aportadas ao conceito greimasiano pela semiótica tensiva e discute a possibilidade ou não de conciliar os dois modelos. |
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