Pitiose: uma micose emergente
A pitiose é uma enfermidade piogranulomatosa do tecido subcutâneo causada pelo Pythium insidiosum, microrganismo classificado no Reino Straminipila, Classe Oomycetes, Ordem Pythiales, Família Pythiaceae, Gênero Pythium e espécie P. insidiosum. Acomete várias espécies animais, porém a doença é mais...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Revista Acta Scientiae Veterinariae (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:seer.ufrgs.br:article/15060 |
| Acceso en línea: | https://seer.ufrgs.br/index.php/ActaScientiaeVeterinariae/article/view/15060 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Pitiose Pythium insidiosum Coelhos Zoósporos Imunoterapia Oomycota Cavalos |
| Sumario: | A pitiose é uma enfermidade piogranulomatosa do tecido subcutâneo causada pelo Pythium insidiosum, microrganismo classificado no Reino Straminipila, Classe Oomycetes, Ordem Pythiales, Família Pythiaceae, Gênero Pythium e espécie P. insidiosum. Acomete várias espécies animais, porém a doença é mais freqüentemente observada em equinos, podendo, também, afetar os humanos. Epidemiologicamente a pitiose está intimamente relacionada com o contato dos animais e humanos com águas contaminadas pelo agente, onde produz zoosporos móveis que constituem-se na forma infectante do Pythium insidiosum. A enfermidade em eqüinos caracteriza-se principalmente pelo desenvolvimento de lesões subcutâneas ulcerativas e granulomatosas de aparência tumoral com presença de massas branco-amareladas, chamadas internacionalmente de “kunkers”. Já nas outras espécies a formação dos “kunkers” não é observada. O diagnóstico de pitiose é realizado pelos sinais clínicos, histopatologia, isolamento e identificação do agente, técnicas sorológicas como imunodifusão, ELISA e imunohistoquímica e mais recentemente por PCR. A doença destaca-se pela dificuldade no tratamento, uma vez que as drogas antifúngicas disponíveis não mostram eficiência contra o Pythium insidiosum. Atualmente a utilização de imunoterápicos constitui-se na alternativa de terapia em eqüinos, com resulatados animadores. Este trabalho tem por objetivos revisar os aspectos taxonômicos, epidemiológicos clínicos e histopatológicos da pitiose em diversas espécies. Também são abordados as técnicas diagnósticas e as perspectivas imunoterápicas. |
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