Baleias e imaginários: ruína, rasgo e reparação em três poemas brasileiros contemporâneos

Este artigo analisa, comparativamente, a construção e elaboração de uma mesma imagem, a baleia, em três poemas distintos, a saber: “Totem”, de Ruy Proença, do livro Visão do térreo, de 2007; “respiramos como as baleias”, de Prisca Agustoni, e “um enorme rabo de baleia” (2013), de Alice Sant´Anna. Pa...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Junkes, Diana
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Literatura e Sociedade (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/194302
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/ls/article/view/194302
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Imaginary
Poetry
Resistance
Utopia
Whale
Imaginário
Poesia
Resistência
Baleia
Descripción
Sumario:Este artigo analisa, comparativamente, a construção e elaboração de uma mesma imagem, a baleia, em três poemas distintos, a saber: “Totem”, de Ruy Proença, do livro Visão do térreo, de 2007; “respiramos como as baleias”, de Prisca Agustoni, e “um enorme rabo de baleia” (2013), de Alice Sant´Anna. Para que as reflexões dirijam sua lupa para os versos e ao que eles nos trazem como forma e conteúdo, manifesto e manifestação estética, interioridade e exterioridade, realidade e imaginário, serão apresentadas reflexões sobre cada um dos poemas e, ao final, como um bordado, rasura, rasgo e reparação talvez digam mais sobre nós e sobre a poesia que nos habita, esta baleia imensa, ora totem ora asfixia, ora liberdade.