Improvisação teatral e descentração
Esta pesquisa tem por objetivo refletir sobre os processos cognitivos que envolvem a construção da improvisação teatral a partir do trabalho do ator, com base na teoria de Piaget e nos trabalhos de Viola Spolin. Como forma de compreender os processos cognitivos na construção da improvisação teatral,...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2005 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/5081 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/5081 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Piaget, Jean, 1896-1980 Spolin, Viola Improvisação Desenvolvimento cognitivo Construção do conhecimento Egocentrismo Atores Formação Teatro oficina Jogo Teatro |
| Sumario: | Esta pesquisa tem por objetivo refletir sobre os processos cognitivos que envolvem a construção da improvisação teatral a partir do trabalho do ator, com base na teoria de Piaget e nos trabalhos de Viola Spolin. Como forma de compreender os processos cognitivos na construção da improvisação teatral, essa foi estudada a partir dos conceitos de egocentrismo e descentração propostos por Piaget. Através desses conceitos é possível traçar uma trajetória da construção da improvisação a partir do trabalho do ator. Esse estudo também se propõe a entender como ocorre a improvisação no que se refere às relações entre os atores e como esses constróem o jogo com os demais colegas. Para esta pesquisa, foi realizada uma oficina teatral como meio de recolher e registrar os dados necessários para as análises. Além da oficina teatral, foram feitas entrevistas semi-estruturadas e coletados dados através de cadernos de notas dos atores, o que possibilitou uma avaliação a partir da perspectiva, não só da pesquisadora, mas dos sujeitos envolvidos. As análises foram feitas a partir do trabalho empírico com base no quadro teórico escolhido. Dessa forma, foi possível identificar o percurso de construção do conhecimento em improvisação teatral, que se inicia com o jogo egocêntrico e evolui para o jogo cada vez mais descentrado e cooperativo. |
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