Efeitos da suplementação de ácidos graxos poli-insaturados na fibrose cística: uma revisão de literatura
Introdução: a fibrose cística (FC) é uma doença autossômica recessiva caracterizada, especialmente, pela alta produção de muco, em razão de uma alteração na proteína regulador transmembrana da FC (RTFC). Dentre as comorbidades secundárias, a alteração no metabolismo lipídeo é impactante e muito disc...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/23292 |
| Acceso en línea: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/23292 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Fibrose Cística Suplementação Ácidos Graxos Insaturados Ácido Linolênico Ácido Linoleico |
| Sumario: | Introdução: a fibrose cística (FC) é uma doença autossômica recessiva caracterizada, especialmente, pela alta produção de muco, em razão de uma alteração na proteína regulador transmembrana da FC (RTFC). Dentre as comorbidades secundárias, a alteração no metabolismo lipídeo é impactante e muito discutida e vem-se estudando a interferência dessa alteração nos processos inflamatórios que ocorrem frequentemente em pacientes fibrocísticos. Objetivo: Avaliar os possíveis efeitos da suplementação de ácidos graxos poli-insaturados (PUFAs) na fibrose cística, notadamente do ponto de vista inflamatório. Metodologia: revisão de literatura, com busca sistemática nas bases de dados Pubmed, Science Direct, Bireme e Periódicos CAPES. Resultados: a suplementação de PUFAs aumenta os níveis séricos de ácido linoleico e decosahexaenoico e reduz os níveis séricos do ácido araquidônico (AA) e do ácido Mead. Conclusão: já foram realizados ensaios clínicos com pequeno número de indivíduos e em curto período de tempo, porém, ainda não existe um consenso para o protocolo de suplementação de PUFAs. Nos estudos observados, encontraram-se resultados positivos, sugerindo que essa suplementação pode ser um aliado no manejo da doença, embora sejam necessários mais estudos para melhor esclarecer o mecanismo desse efeito benéfico, bem como para estabelecer a melhor dose para suplementação de PUFAs na FC. |
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