"Seremos forçados a lutar contra nossos camaradas brancos": o PCB, a questão negra e a Internacional Comunista (1923-1929)
O propósito deste artigo é analisar a relação entre os comunistas brasileiros e a questão negra vis-à-vis o movimento comunista internacional, neste caso circunscrito à Internacional Comunista (Comintern). O escopo temporal deste artigo está situado entre 1923, ano da primeira provocação da Cominter...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Germinal: Marxismo e Educação em Debate |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.ufba.br:article/49615 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufba.br/index.php/revistagerminal/article/view/49615 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Questão Negra Partido Comunista Brasileiro (PCB) Racismo |
| Sumario: | O propósito deste artigo é analisar a relação entre os comunistas brasileiros e a questão negra vis-à-vis o movimento comunista internacional, neste caso circunscrito à Internacional Comunista (Comintern). O escopo temporal deste artigo está situado entre 1923, ano da primeira provocação da Comintern ao Partido sobre a questão negra, e 1929, ano em que a Comintern conseguiu impor à direção do Partido Comunista do Brasil (PCB) sua posição a respeito da “problemática das raças”. O argumento central deste artigo é que muitos comunistas refletiram sobre a questão do racismo, na época chamada de “a questão negra”. Além de pensar, prescreviam políticas e formas de enfrentamento do racismo. Ainda, conclui-se que a direção do PCB, entre 1923-1929, barrou as inúmeras tentativas de promover um efetivo enfrentamento do racismo. A partir de 1929, a Comintern impôs modificações em todos os PCs alterando a política do PCB para a questão negra. |
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