Prevalência de mordida cruzada posterior em escolares de 6 a 10 anos no município de Vila Maria – RS.

Objetivos: a mordida cruzada posterior apresenta-se como um dos problemas ortodônticos mais freqüentes. Esta má oclusão, que impede o desenvolvimento correto do crânio e da face, necessita de diagnóstico precoce e tratamento adequado para sua correção. No presente estudo, o autor tem como objetivo,...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Piaia, Fatima Nair, Zilio, Eduardo Antonio, Estery, Laura, Balen, Evandro
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Faculdade Meridional (IMED)
Repositorio:Journal of Oral Investigations
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.imed1.tempsite.ws:article/1245
Acceso en línea:https://seer.atitus.edu.br/index.php/JOI/article/view/1245
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Maloclusão. Mordida Cruzada Posterior. Prevalência.
Descripción
Sumario:Objetivos: a mordida cruzada posterior apresenta-se como um dos problemas ortodônticos mais freqüentes. Esta má oclusão, que impede o desenvolvimento correto do crânio e da face, necessita de diagnóstico precoce e tratamento adequado para sua correção. No presente estudo, o autor tem como objetivo, quantificar a prevalência de mordida cruzada posterior, identificando a freqüência deste agravo bucal, nos diferentes tipos e na faixa etária proposta. Também é meta deste trabalho, comparar os dados aqui revelados com outras pesquisas realizadas, com as mais variadas amostras. Métodos: a pesquisa envolveu 182 escolares de 6 a 10 anos, de ambos os gêneros, independentes de grupo étnico e condição sócio-econômica, de duas escolas do município de Vila Maria-RS e que compõe a totalidade de escolares nesta faixa etária de todo município. Os escolares foram examinados, em consultório odontológico, pelo próprio autor, e ocluindo em máxima intercuspidação habitual. Resultados: os resultados revelaram uma prevalência de mordida cruzada posterior da ordem de 27,47%, subdivididos em 15,93% para a unilateral direita, 9,35% para a unilateral esquerda e 2,19% para a bilateral.