TENDÊNCIAS DA MORBIMORTALIDADE POR DIABETES MELLITUS NO BRASIL ENTRE 2010 E 2020

Diabetes mellitus (DM) é a doença que cursa com estados de hiperglicemia e distúrbios do metabolismo de carboidratos, lipídios e proteínas. Estudos epidemiológicos estimam que 1 em cada 11 adultos (20 a 79 anos) eram portadores de DM em 2015 e espera-se que a prevalência de DM aumente em 50% nos pró...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Ferreira, Guilherme Ribeiro, Silva, Amanda Caroline Prudente, Oliveira, Majory Dayane dos Prazeres de, Soares, Lucas de Faro Braghetta, Amaral, Maria Clara Redivo, Socci, Bianca Dias, Murad, Mariana Kasai, Franca, Hector Hugo Queiroz, Bilheiro, Gustavo Luis
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE)
Repositorio:Colloquium Vitae
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/4524
Acceso en línea:https://journal.unoeste.br/index.php/cv/article/view/4524
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:diabetes mellitus
complicações do diabetes
hospitalização
mortalidade
Descripción
Sumario:Diabetes mellitus (DM) é a doença que cursa com estados de hiperglicemia e distúrbios do metabolismo de carboidratos, lipídios e proteínas. Estudos epidemiológicos estimam que 1 em cada 11 adultos (20 a 79 anos) eram portadores de DM em 2015 e espera-se que a prevalência de DM aumente em 50% nos próximos 20 anos, especialmente nos países em desenvolvimento. Conhecer as taxas de mortalidade de uma doença e sua distribuição demográfica, além do perfil da morbidade hospitalar, permite a elaboração de políticas públicas e estratégias para intervenção mais eficientes a partir de novos estudos. Considerando a ausência de artigos sobre tal tema, justifica-se a importância do presente estudo, cujo objetivo foi conduzir uma análise longitudinal da morbidade hospitalar e mortalidade por diabetes e suas complicações no Brasil entre os anos 2000 e 2020, a partir de sistemas de informação do SUS. Apesar dos números de internações hospitalares diminuírem, os de óbitos aumentaram sucessivamente, o que revela um manejo deficiente de complicações e casos graves. Dessa forma, conclui-se que o Brasil precisa investir em estratégias para tratamento precoce e eficaz de quadros graves, assim como em medidas de prevenção para diminuir o número de casos por diabetes e, consequentemente, o número de óbitos também.