Relação entre a síndrome do respirador bucal e más oclusões: revisão de literatura
Objetivo: o objetivo desse estudo foi avaliar a relação entre pacientes respiradores bucais e o desenvolvimento de más oclusões dentárias. Foi realizada uma revisão de literatura tendo como critério de inclusão artigos publicados em revistas cientificas e livros que se referiam a síndrome do respira...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Associação Brasileira de Odontologia (ABO) |
| Repositorio: | Revista Brasileira de Odontologia |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revista_aborj_org_br.www.revista.aborj.org.br:article/1542 |
| Acceso en línea: | https://revista.aborj.org.br/index.php/rbo/article/view/1542 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | MEDICINA DENTÁRIA (ODONTOLOGIA) Respirador bucal; Respiração nasal; Má oclusão; Complexo craniofacial |
| Sumario: | Objetivo: o objetivo desse estudo foi avaliar a relação entre pacientes respiradores bucais e o desenvolvimento de más oclusões dentárias. Foi realizada uma revisão de literatura tendo como critério de inclusão artigos publicados em revistas cientificas e livros que se referiam a síndrome do respirador bucal e suas alterações no organismo. Revisão de Literatura: a respiração nasal é uma função vital e natural do organismo, através dela temos a correta passagem de ar até os pulmões e consequentemente, um melhor desenvolvimento do complexo craniofacial. Qualquer alteração nesse padrão de respiração prejudica o desenvolvimento do sistema estomatognático como um todo. A respiração oral, por não promover um preparo do ar inspirado, agrava a mecânica da passagem de ar, podendo desequilibrar a musculatura facial, torácica e postural. Os músculos da face têm grande influência sobre os tecidos ósseos, dentários e suas estruturas de suporte, influenciando na oclusão dentária. A mudança da respiração nasal para a boca pode resultar no alargamento do ângulo crânio-vertebral, posição posterior da mandíbula e arco estreito da maxila. Dentre os achados na literatura, as alterações dentárias mais comuns em respiradores bucais são a má oclusão de classe II, mordida cruzada posterior, mordida aberta anterior e apinhamento dentário. Conclusão: diante disso, os estudos pesquisados sugerem que há uma relação entre o paciente respirador bucal e o desenvolvimento de más oclusões e que o diagnóstico e a intervenção precoce das alterações respiratórias é essencial para evitar transtornos futuros para o complexo craniofacial |
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