A cena fabulística de Hermés: uma perspectiva semiótica sobre as narrativas da marca

As marcas são, hoje, na vida cotidiana, um dos elementos mais repletos de significado e mais importantes socialmente. Isso porque nelas se alicerçam tanto a comunicação quanto o consumo – as marcas, por um lado, para funcionar como tal, precisam se expressar, precisam se comunicar, precisam criar ví...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Pompeu, Bruno, Perez, Clotilde
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2012
Country:Brasil
Institution:Universidade de São Paulo (USP)
Repository:Signos do Consumo
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/49977
Online Access:https://www.revistas.usp.br/signosdoconsumo/article/view/49977
Access Level:Open access
Keyword:marca
la publicidad
la semiótica
Hermes
consumo
cuentos de hadas
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semiótica
Hermès
contos de fadas
Description
Summary:As marcas são, hoje, na vida cotidiana, um dos elementos mais repletos de significado e mais importantes socialmente. Isso porque nelas se alicerçam tanto a comunicação quanto o consumo – as marcas, por um lado, para funcionar como tal, precisam se expressar, precisam se comunicar, precisam criar vínculos; por outro, são quase sempre entidades que fomentam o consumo. Tendo esse panorama de fundo, o presente texto pretende analisar peças da campanha publicitária da marca Hermès, buscando verificar os sentidos que esta marca anunciante a si própria atribui por meio das estratégias narrativas e estéticas adotadas. Para tanto, busca-se o aporte teórico na semiótica de vertente greimasiana, para que, a partir dos três níveis do texto apresentados e desenvolvidos por seus principais autores, se possa analisar o universo semântico que a tal marca cria, sempre procurando estabelecer vínculos de afeto e instigação do desejo – como convém a uma marca. Adicionalmente integram-se à análise as contribuições das principais teorias do consumo contemporâneas, no sentido de explicitar a centralidade que as marcas assumiram exercendo sua função sígnica primordial de mediação.