ACOMPANHAMENTO FARMACOTERAPÊUTICO EM UNIDADE DE INTERNAÇÃO PÓS-TRANSPLANTE: DESCRIÇÃO E ANÁLISE.

Objetivou-se descrever e analisar o acompanhamento farmacoterapeutico (AFT) dos pacientes transplantados em um hospital universitário do Ceará. Foram analisados os AFT dos pacientes transplantados e os registros do serviço de farmácia clínica, onde foi observado que o AFT do paciente transplantado e...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Oliveira, Francisco Roberto Pereira de, Magalhães, Vanessa Pinto, Cavalcante, Rafaela Michele de Andrade, Martins, Bruna Cristina Cardoso, Guedes, Marjorie Moreira, Fonteles, Marta Maria de França, da Silva, Lisandra Juvêncio
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Goiás (UFG)
Repositorio:Revista eletrônica de Farmácia
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revistas.ufg.br:article/45958
Acesso em linha:https://revistas.ufg.br/REF/article/view/45958
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Farmácia clínica
acompanhamento farmacoterapêutico
transplante renal
transplante hepático.
Pharmaceutical care
Descrição
Resumo:Objetivou-se descrever e analisar o acompanhamento farmacoterapeutico (AFT) dos pacientes transplantados em um hospital universitário do Ceará. Foram analisados os AFT dos pacientes transplantados e os registros do serviço de farmácia clínica, onde foi observado que o AFT do paciente transplantado era composto pelo monitoramento das terapias imunossupressoras, profilaxias, tratamento de comorbidades e acompanhamento de exames laboratoriais. Em 170 AFT, foram detectados 581 problemas relacionados a medicamentos (PRM) e realizadas 581 intervenções farmacêuticas (IF), obtendo como os principais desfechos clínicos após a realização das IF, a prevenção do problema de saúde em 76,8% dos casos e em 13,1% dos casos os pacientes melhoraram do problema de saúde. O AFT do paciente transplantado permite detectar PRM, realizar as IF, minimizar o risco e/ou a ocorrência dos resultados negativos relacionados à medicamentos e a avaliar os desfechos clínicos, sendo ferramenta útil para promoção da segurança do paciente transplantado.