Mortalidade por causas externas em Campinas, São Paulo, Brasil, entre 2006 a 2015 / Mortality due to external causes in Campinas, São Paulo, Brazil, between 2006 to 2015
Objetivo: Descrever a tendência histórica relacionada a mortalidade por causas externas na população de Campinas, São Paulo, Brasil, estabelecendo comparações entre diferentes faixas etárias, raça, estado civil, sexo e escolaridade no intervalo dos anos de 2006 a 2015. Métodos: Trata-se de um estudo...
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz) |
| Repositorio: | Revista Veras |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/41021 |
| Acesso em linha: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/41021 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Saúde pública Causas externas Mortalidade Epidemiologia. |
| Resumo: | Objetivo: Descrever a tendência histórica relacionada a mortalidade por causas externas na população de Campinas, São Paulo, Brasil, estabelecendo comparações entre diferentes faixas etárias, raça, estado civil, sexo e escolaridade no intervalo dos anos de 2006 a 2015. Métodos: Trata-se de um estudo ecológico, descritivo e analítico, com abordagem quantitativa, com a população de Campinas, São Paulo, com base em dados quantitativos de 2006 a 2015. Os dados foram coletados utilizando o Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), disponível no DATASUS. Os dados foram analisados no software Statistical Package for Social Science (SPSS), considerando nível de significância de 95%. Resultados: Foi possível observar que os anos com a maior proporção de mortalidade por causas externas foram os anos de 2008 e 2015, enquanto o ano que houve a menor proporção foi o de 2014. Nos outros anos a proporção se manteve oscilando entre 10,22 e 9,72. O sexo masculino possui uma maior taxa de mortalidade por causas externas em todos os anos observados, quando comparados com o sexo feminino. Os indivíduos que apresentam de 4 a 7 anos de escolaridade, foram os que apresentaram mais mortes por causas externas (5,88%). Conclusão: As causas externas de mortalidade tornaram-se um problema significativo de saúde pública, seja pelo aumento na incidência, pelos custos à sociedade, ou pelo impacto social e psicológico. Os resultados desta pesquisa de modo geral, não diferem de estudos anteriores, pois a cidade de Campinas, São Paulo, apresentou uma tendência crescente para a mortalidade por causas externas. |
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