Obtenção e regeneração de protoplastos de Crinipellis perniciosa, agente etiológico da vassoura-de-bruxa no cacaueiro (Theobroma cacao L.)

Este trabalho teve por objetivo definir os parâmetros para a obtenção e regeneração de protoplastos de Crinipellis perniciosa. O melhor estabilizador osmótico para a liberação de protoplastos foi KCl 0.8M em tampão fosfato 10 mM, pH 5.8, contendo 20 mg.mL -1 da enzima lítica Glucanex e 10 mg.mL -1 d...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Santos, Jildete Karla dos
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2001
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Repositorio:LOCUS Repositório Institucional da UFV
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:locus.ufv.br:123456789/10634
Acceso en línea:http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/10634
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Vassoura-de-bruxa
Crinipellis perniciosa
Cacaueiro
Ciências Agrárias
Descripción
Sumario:Este trabalho teve por objetivo definir os parâmetros para a obtenção e regeneração de protoplastos de Crinipellis perniciosa. O melhor estabilizador osmótico para a liberação de protoplastos foi KCl 0.8M em tampão fosfato 10 mM, pH 5.8, contendo 20 mg.mL -1 da enzima lítica Glucanex e 10 mg.mL -1 de BSA, após 1 a 2 horas de digestão enzimática do micélio. Os protoplastos foram liberados nestas condições, na ordem de 2,0 x 10 7 por mL de estabilizador osmótico, a partir de 300mg de micélio secundário de C. perniciosa crescido em meio BDA. A melhor freqüência de regeneração obtida foi de 2,0% quando sacarose 0,5M foi utilizada como estabilizador osmótico. A coloração de núcleos dos protoplastos revelou que 58,8% dos protoplastos eram anucleados, 37,5% uninucleados e 3,7% binucleados. Uma análise genética por RAPD de C. perniciosa e das colônias regeneradas a partir de protoplastos não revelou polimorfismos entre elas, embora diferenças, como crescimento lento e aspecto morfológico do micélio de algumas colônias tenham sido observadas. O micélio do isolado de C. perniciosa, bem como das colônias regeneradas a partir de protoplastos, são dicarióticas e apresentam grampos de conexão.