Caracterização anatômica da fibra de bambu (Bambusa vulgaris) visando sua utilização em compósitos poliméricos.

O desenvolvimento de materiais compósitos utilizando fibras vegetais como reforço é crescente e vêm conquistando novos segmentos de mercado, pois as fibras vegetais apresentam baixo custo, biodegradabilidade, menor densidade e boas propriedades mecânicas, físicas e térmicas adequadas às aplicações i...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Guimarães Júnior, Mário, Novack, Kátia Monteiro, Botaro, Vagner Roberto
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2010
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
Repositorio:Repositório Institucional da UFOP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufop.br:123456789/5039
Acceso en línea:http://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/5039
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Fibras vegetais
Bambu
Compósitos poliméricos
Vegetable fibers
Polymeric composites
Descripción
Sumario:O desenvolvimento de materiais compósitos utilizando fibras vegetais como reforço é crescente e vêm conquistando novos segmentos de mercado, pois as fibras vegetais apresentam baixo custo, biodegradabilidade, menor densidade e boas propriedades mecânicas, físicas e térmicas adequadas às aplicações industriais. Este trabalho apresenta os resultados de recentes pesquisas sobre a fibra de Bambusa vulgaris realizadas no laboratório de anatomia da madeira da Universidade Federal de Lavras, onde foram avaliadas suas dimensões e relações entre elas, bem como o ângulo de micro fibrila. O principal objetivo deste estudo é mostrar que estes materiais não convencionais podem apresentar propriedades semelhantes e/ou superiores a outros materiais que tradicionalmente vem sendo empregados na produção de compósitos. Os resultados da pesquisa mostraram que os valores de ângulo de micro fibrila (11,54º), comprimento (2.299,47 μm), diâmetro da fibra (13,93 μm), diâmetro do lume (3,81 μm), relação comprimento/largura (172,53) e espessura da parede celular (5,06 μm) poderão maximizar as propriedades mecânicas dos compósitos onde forem utilizadas tornando-os mais resistentes e mais leves em comparação com outras fibras.