Cryptococcus neoformans e Cryptococcus gattii como causadores de criptococose em pacientes imunossuprimidos: uma revisão integrativa

Este estudo objetivou descrever o Cryptococcus neoformans e o Cryptococcus gattii como causadores de criptococose em pacientes imunossuprimidos. Para a realização dessa revisão de literatura do tipo integrativa, foi realizado o levantamento dos artigos na literatura nas bases de dados: LILACS, BVS (...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Silva, Beatriz Franco e, Gonzaga, Rafaela Rodrigues Dousseau, Venckunas, Luciana Simi, Siqueira, Ana Beatriz Messias, Nunes, Ana Vitória dos Santos, Palma, Ana Luiza do Rosário
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)
Repositorio:Research, Society and Development
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/42901
Acceso en línea:https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/42901
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Cryptococcosis
Cryptococcus neoformans
Cryptococcus gattii
Cryptococcal meningitis
Cryptococcus
Immunosuppression.
Criptococose
Meningite criptocócica
Imunossupressão.
Criptococosis
Criptococo
Meningitis criptocócica
Inmunosupresión.
Descripción
Sumario:Este estudo objetivou descrever o Cryptococcus neoformans e o Cryptococcus gattii como causadores de criptococose em pacientes imunossuprimidos. Para a realização dessa revisão de literatura do tipo integrativa, foi realizado o levantamento dos artigos na literatura nas bases de dados: LILACS, BVS (biblioteca virtual em saúde), PubMed e Scielo. O levantamento ocorreu entre os meses de outubro a dezembro de 2022. A criptococose é considerada uma micose sistêmica que comumente é observada em pacientes imunossuprimidos. A infecção fúngica invasiva é suscitada pelos fungos Cryptococcus neoformans e Cryptococcus gattii que são encontrados nas excretas de aves, principalmente em fezes de pombos. Em humanos, a infecção criptocócica comumente acontece após o fungo ser inalado e traz consigo desde colonização pulmonar até implicações nas meninges. A maior parte dos pacientes diagnosticados com criptococose, possui uma predisposição identificada relacionada com imunossupressão celular. A propensão mais comum é a infecção pelo HIV, mas também podemos citar situações que abrangem o tratamento prolongado com corticosteróides, receptores de órgãos sólidos, linfocitopenia CD4 idiopática, malignidade avançada, sarcoidose e estados severos de imunossupressão celular. Pacientes imunossuprimidos com criptococose possuem dimensões relatadas de complicações, incluindo meningite criptocócica, taxas de letalidade ou outras variáveis associadas a essas complicações. Dentre os desdobramentos da criptococose nesses pacientes, foram encontrados estudos de caso de criptococose pulmonar, osteomielite criptocócica, criptococose mamária, infecção do sistema nervoso central, criptococose extrameníngea, criptococose disseminada, meningoencefalite e meningite criptocócica. Concluímos que a criptococose causada por Cryptococcus neoformans e Cryptococcus gattii é relatada com regularidade em pacientes imunossuprimidos, o que influencia significativamente a gravidade e taxas de mortalidade por criptococose.