Storage of pollen and properties of olive stigma for breeding purposes
Para assegurar o sucesso em hibridizações controladas na cultura da oliveira, é fundamental informações sobre a viabilidade polínica, assim como a receptividade do estigma. Objetivou-se estabelecer metodologias que aumentem a preservação da viabilidade polínica e estabelecer o momento para se realiz...
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Lavras (UFLA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFLA |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufla.br:1/34795 |
| Acesso em linha: | https://repositorio.ufla.br/handle/1/34795 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Olea europaea L. Pollen viability Pollen grains Hybridization Viabilidade polínica Grãos de pólen Hibridação |
| Resumo: | Para assegurar o sucesso em hibridizações controladas na cultura da oliveira, é fundamental informações sobre a viabilidade polínica, assim como a receptividade do estigma. Objetivou-se estabelecer metodologias que aumentem a preservação da viabilidade polínica e estabelecer o momento para se realizar cruzamentos em trabalhos de hibridização com oliveiras. Foram realizados três experimentos com plantas da cultivar Arbequina, em Maria da Fé, MG. No primeiro experimento realizou-se a descrição dos eventos florais. No segundo, anteras foram dessecadas em eppenddorfs, sendo armazenados em três condições diferentes para teste de viabilidade polínica : temperatura ambiente (27 ºC), geladeira (8 ºC) e freezer (-10 ºC). Para avaliação da germinação in vitro, utilizou-se meio de cultura para grãos de pólen de oliveira. Para isso, grãos de pólen foram transferidos em placa de Petri, contendo meio de cultura e colocadas em estufa do tipo BOD (Demanda Biológica de Oxigenio) a 28 ºC por 60 h, sendo contabilizados. A primeira avaliação foi realizada antes da montagem do experimento, testando a viabilidade inicial: a segunda 24 horas após armazenamento. Posteriormente, foram realizadas sete avaliações quinzenais. No terceiro experimento verificou-se a receptividade estigmática pelo método de peróxido de hidrogênio 3%, com flores em pré-antese, antese e pós-antese, avaliados a cada hora, no período de 7 h as 18 h por três dias. Na descrição dos eventos florais, verificou-se que a oliveira apresenta antese diurna, com abertura floral entre 10 e 11 horas. As anteras armazenadas em freezer preservam a viabilidade por 60 dias e os estigmas apresentaram-se receptivos desde a pré-antese. |
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