O labirinto youtube: o site em que os vídeos florescem e as veredas se bifurcam - DOI: 10.5102/uc.v9i1.1639

O presente artigo realiza uma jornada por algumas das recâmaras de um jardim em que vídeos florescem há pouco mais de seis anos. Para analisar os corredores do YouTube, esse crescente labirinto virtual – que teve, apenas em 2010, uma média de 700 bilhões de vídeos enviados – foram escolhidas algumas...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Lucena, Mírian Rita
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2012
País:Brasil
Recursos:Centro de Ensino de Brasília (UNICEUB)
Repositório:Universitas: Arquitetura e Comunicação Social
Idioma:português
OAI Identifier:oai:oai.uniceub.emnuvens.com.br:article/1639
Acesso em linha:https://www.publicacoesacademicas.uniceub.br/arqcom/article/view/1639
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Comunicação; YouTube; Cibercultura; Mídia
Descrição
Resumo:O presente artigo realiza uma jornada por algumas das recâmaras de um jardim em que vídeos florescem há pouco mais de seis anos. Para analisar os corredores do YouTube, esse crescente labirinto virtual – que teve, apenas em 2010, uma média de 700 bilhões de vídeos enviados – foram escolhidas algumas das contribuições das teorias da Cibercultura. Também foram válidos alguns “mapas de viagem”, elaborados por desbravadores que percorreram os corredores desse labirinto anteriormente, estudando metáforas que melhor classificam o site e seu funcionamento. Neste estudo percebemos que o YouTube fornece uma plataforma aberta à participação de públicos diversificados, com motivações variadas. O site uniu três níveis diferentes de participação: produção, seleção e distribuição, criando diferentes pontos de produção e consumo de mídia, o que mostra que o labirinto YouTube pode estar influenciando uma nova prática de mídia.