Análise comparativa da dispensação de antidepressivos e ansiolíticos antes e durante a pandemia da COVID-19
A pandemia da COVID-19 trouxe consigo diversos aspectos sociais, biológicos e emocionais, de tal modo que os casos de psicopatologias aumentaram durante esse período, bem como o uso de medicações psicotrópicas. A partir disso, o presente estudo visou discriminar as dispensações de medicamentos ansio...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz) |
| Repositorio: | Revista Veras |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/61077 |
| Acceso en línea: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/61077 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | pandemia COVID-19 ansiolíticos antidepressivos saúde mental |
| Sumario: | A pandemia da COVID-19 trouxe consigo diversos aspectos sociais, biológicos e emocionais, de tal modo que os casos de psicopatologias aumentaram durante esse período, bem como o uso de medicações psicotrópicas. A partir disso, o presente estudo visou discriminar as dispensações de medicamentos ansiolíticos e antidepressivos numa cidade do estado brasileiro antes e após o período pandêmico. Para isso, através de um relatório emitido pelo programa G-MUS Atenção Primária , pôde-se coletar o número de medicamentos dispensados, classe farmacêutica, e doses dos psicotrópicos disponibilizados nas farmácias públicas da cidade de Palhoça em Santa Catarina. A análise dos dados se deu por meio do Software GraphPad Prism através da análise da variância ANOVA de duas vias seguido do teste de Bonferroni e teste Student t. Houve maior dispensação de fármacos durante a pandemia e a Sertralina ocupou o primeiro lugar, aumentando em 269% e 127% no período pandêmico para o gênero masculino e feminino, respectivamente, seguido da Fluoxetina. Percebe-se uma concentração maior de dispensação na faixa etária mais jovem feminina de 15-20 anos, aumentando em 80,27% o atendimento para dispensação de medicamentos. Os dados encontrados estão em consonância com outros estudos realizados em diversos países e estados brasileiros, incluindo a classe farmacológica mais dispensada. É necessário, portanto, identificar como esse padrão de dispensação encontra-se hoje, mensurando os efeitos e resquícios no período pós pandêmico. |
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