Métodos eletroquímicos para avaliação da sensitização no aço inoxidável martensítico AISI 410.

Estudou-se o fenômeno da corrosão intergranular nos aços inoxidáveis martensíticos, selecionando métodos capazes de avaliar o grau de sensitização destes materiais. Utilizou-se um aço AISI 410, temperado em óleo a partir de 975\'GRAUS\'c, e revenido entre 300 e 700\'GRAUS\'c. Rea...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Magri, Marcelo
Tipo de documento: dissertação
Estado:Versão publicada
Data de publicação:1995
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositório:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:português
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-29052025-112034
Acesso em linha:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3133/tde-29052025-112034/
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Aço inoxidável martensítico
Martensitic stainless steel
Descrição
Resumo:Estudou-se o fenômeno da corrosão intergranular nos aços inoxidáveis martensíticos, selecionando métodos capazes de avaliar o grau de sensitização destes materiais. Utilizou-se um aço AISI 410, temperado em óleo a partir de 975\'GRAUS\'c, e revenido entre 300 e 700\'GRAUS\'c. Realizaram-se levantamentos potenciodinâmicos das curvas de polarização, ataques potenciostáticos e ensaios de reativação potenciodinâmica pelo método DL-EPR. Adotou-se nestes casos a solução 1 normal de ácido sulfúrico. Também foram realizados ataques em ácido oxálico (ASTM A 262). Os resultados indicaram que a causa da sensitização é a presença de zonas empobrecidas em cromo ao redor de carbonetos precipitados tanto nos contôrnos de grão como nas interfaces das agulhas de martensita. Os resultados dos métodos foram comparados. Com exceção do ataque em ácido oxálico, os demais ensaios são capazes de detectar as zonas empobrecidas em cromo e avaliar o grau de sensitização do aço.