COMPARAÇÃO DE PROTOCOLOS DE EXAUSTÃO E DE 30 SEGUNDOS PARA A IDENTIFICAÇÃO DA FADIGA DOS MÚSCULOS ERETORES DA ESPINHA POR MEIO DA ANÁLISE ESPECTRAL

O objetivo do presente estudo foi verificar a possibilidade de um protocolo de teste isométrico com duração de 30 segundos (T30) predizer o comportamento e em especial a fadiga dos músculos eretores da espinha identificada em um teste de exaustão avaliado durante todo o tempo de resistência isométri...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Souza, Cristiane Pereira de, Barbosa, Fernando Sérgio Silva, Gonçalves, Mauro
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Sociedade Brasileira de Atividade Física e Saúde (SBAFS)
Repositorio:Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:rbafs.ojs.emnuvens.com.br:article/866
Acceso en línea:https://rbafs.org.br/RBAFS/article/view/866
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Eletromiografia
Eretores da espinha
Análise espectral
Fadiga muscular
Performance muscular
Descripción
Sumario:O objetivo do presente estudo foi verificar a possibilidade de um protocolo de teste isométrico com duração de 30 segundos (T30) predizer o comportamento e em especial a fadiga dos músculos eretores da espinha identificada em um teste de exaustão avaliado durante todo o tempo de resistência isométrica (TRI). Participaram do estudo nove voluntários do gênero masculino e saudáveis. Inicialmente foi determinada a carga máxima dos voluntários por meio do teste de contração isométrica voluntária máxima. Para verificação da fadiga os voluntários foram submetidos a um teste de exaustão contra cargas equivalentes a 5%, 10%, 15% e 20% da carga máxima. A fadiga muscular foi identifica por meio da verificação da taxa de declínio da freqüência mediana (FM) obtida a partir da eletromiografia de superfície. A taxa de declínio da FM obtida do TRI foi comparada com o T30. Os resultados demonstraram que a fadiga muscular foi identificada predominantemente de forma significante bilateralmente e em ambos os níveis avaliados, e que não houve diferença estatisticamente significante na taxa de declínio da FM obtida de ambos os tempos avaliados. Desse modo, recomenda-se para estudos realizados nas mesmas condições experimentais aqui apresentadas e cujo o objetivo é avaliar a fadiga dos músculos eretores da espinha a utilização períodos de tempo sub-máximos (30 segundos) com o objetivo de minimizar o estresse imposto aos voluntários em testes desse tipo.